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DOUGLAS RIBAS BUSSE - HOME PAGE Minha família, minha maior alegria. |
Família Ribas Ramo Paranaense
Este ramo tem sua origem na Brasil com a
vinda do CAPITÃO MIGUEL
RODRIGUES RIBAS, nascido em 1694 na
Vila Franca de Viana - Arcebispado de Braga - Portugal e falecido em Curitiba -
PR a 15 de novembro de 1774, onde exerceu cargos de governança, entre eles o de
Juiz de Órfãos. Casou-se em Curitiba - PR com Maria Rodrigues de Andrade,
nascida em 15 de agosto de 1706 e falecida com 24 anos em 1730 em Curitiba -
PR, filha de Lourenço de Andrade, natural de Dornelas, junto a Nossa Senhora da
Lapa - Bispado de Vizeu - Portugal e Izabel Rodrigues de Seixas natural de
Cananéia, falecida com testamento em Curitiba a 15 de março de 1744, tiveram 3
filhos

1 1
IZABEL RIBEIRO RIBAS, nascida a
24 de fevereiro de 1721, falecida com testamento a 21 de agosto de 1793 solteira
1.2 CAPITÃO MIGUEL RIBEIRO RIBAS, nascido a
25 de maio de 1722 e falecido a 26 de setembro de 1795. Foi da governança de
Curitiba. Casou-se com Clara Maria Domingues de Morais, natural de
Curitiba - PR, filha do Capitão Amaro de Borba Pontes e de sua segunda esposa
Izabel Cardoso de Morais, naturla de Guarulhos - SP. Nasceu em 25 de maio de
1722 e faleceu em 26 de setembro de 1795. Tiveram 14 filhos

1.2.1 Victor Mariano Ribeiro Ribas, nascido
a 3 de fevereiro de 1747, casou-se com Mariana Ferreira Prestes, tiveram
1 filho

1.2.1.1 Sargento-mor Benedito Mariano
Ribas, natural de Tamanduá - Curitiba - PR e falecido no ano de 1842.
Casou-se com a viúva Maria da Luz Ferreira do Sacramento, natural do Rio
Grande do Sul, tiveram 13 filhos

1.2.1.1.1 Capitão Benedito Mariano Ribas,
que casou com Maria do Rosario Carneiro, tiveram 4 filhos
1.2.1.1.1.1 Major Dulcio Marianno Ribas,
casado com sua prima Francisca de Macedo Ribas, filhas do Comendador
Francisco de Assis Ribas e de sua mulher Maria Balduina de Macedo Taques
1.2.1.1.1.2 Dr. José de Souza Ribas,
natural de Ponta Grossa - PR, faleceu em fevereiro de 1879 em Ponta Grossa -
PR. Casado em primeira núpcias com Guilhermina de Macedo Ribas, filha do
Comendador Tenente Coronel Francisco de Assis Ribas e de sua primeira mulher
Maria Balduina de Macedo Taques. Em Segunda núpcias com sua prima Maria
Magdalena de Macedo Ribas, filha do Capitão Tiburcio Borges de Macedo e de
sua mulher Anna Carneiro Ribas
1.2.1.1.1.3 Rufina Ribas Carneiro,
casada com Joaquim Cesario Carneiro, tiveram 3 filhas
1.2.1.1.1.4 Anna Rufina Ribas de Macedo,
nascida em ponta Grossa - PR a 29 de julho de 1842 e falecida a 13 de maio de
1870, casada com o Capitão Tiburcio Borges de Macedo, nascido a 3 de
março de 1829 e falecido a 17 de maio de 1877, filho do Ajudante José Borges de
Macedo, falecido em 1844, natural de Castro e de sua mulher Maria Rosa Floriano
de Lima; por esta, neto do Capitão Nicolau Pinto Rebello e de sua mulher
Lourença Floriano de Lima
1.2.1.1.2 Capitão João Mariano Ferreira
Ribas, que casou com Maria Joana de França Ribas, tiveram 12 filhos
1.2.1.1.2.1 Coronel Cezar Marianno Ribas,
comerciante, casou em primeira núpcias com Joaquina Lustoza Ribas, em
Segunda núpcias com Pureza Ribas
1.2.1.1.2.1.1 Anna Maria, falecida
1.2.1.1.2.1.2 Maria Cristhina, que foi
primeira mulher do Coronel Ernesto Guimarães Villela
1.2.1.1.2.2 Pedro Marianno Ribas,
fazendeiro, casado em 14 de abril de 1866 com Maria Manoella de Pinho Ribas,
filha do Capitão Manoel de Pinho Mourão e de sua mulher Delphina Ribas Pinho
1.2.1.1.2.3 Domingos Ignácio de Araujo
Ribas, casado com Clara Guimarães Ribas
1.2.1.1.2.4 Coronel João Marianno Ribas
Filho, casado em primeiras núpcias com Maria do Carmo Novaes, e em
segunda núpcias com Maria Sophia do Canto e Silva, ambas filhas do
Coronel Jordão do Canto e silva e de sua mulher Maria Marques
1.2.1.1.2.5 Capitão Ovidio Marianno Ribas,
casado com Guilhermina Carneiro Ribas
1.2.1.1.2.6 Alfredo Araujo Ribas,
casado com Unistarda de Novaes Ribas
1.2.1.1.2.7 Brasilio Marianno Ribas,
falecido com 18 anos de idade
1.2.1.1.2.8 Benedicta Ribas Taques,
casada com Joaquim de Almeida Taques
1.2.1.1.2.9 Maria Josepha Ribas,
casada com o Coronel Sebastião José Madureira
1.2.1.1.2.10 Anna Rita Ribas Guimarães,
casada com o Coronel Cláudio Guimarães
1.2.1.1.3 Comendador Tenente Coronel
Francisco de Assis Ribas, casado em primeira núpcias com Maria Balduina
de Macedo Taques, casado em segunda núpcias com Damazia da Rocha Ribas.
Faleceu a 5 de abril de 1879, teve 10 filhos do primeiro casamento e quatro do
segundo.
1.2.1.1.4 Brigadeiro Manoel Ferreira Ribas,
natural de Castro - PR. Casou-se em Curitiba - PR a 20 de maio de 1844, com Francisca
Leocadia Lustoza de Andrade, natural de Curitiba - PR, filha do Coronel
Ricardo Lustoza de Andrade, Oficial da Ordem da Rosa, e de sua mulher Francisca
das Chagas Silva Carrão
1.2.1.1.5 Victor Marianno Ribas Filho,
faleceu aos 18 anos
1.2.1.1.6 Marianna Ribas casada com Manoel
Antonio dos Santos, tiveram 8 filhos
1.2.1.1.6.1 Francisco dos Santos Ribas,
foi voluntário na guerra contra o Paraguay, onde faleceu em combate
1.2.1.1.6.2 João Antonio dos Santos,
casado com Idalina Rocha, tiveram 10 filhos
1.2.1.1.6.3 Joaquim Antonio dos Santos,
casado com Alzira Braga, tiveram 4 filhos
1.2.1.1.6.4 Maria Joaquina dos Santos,
casada com Major Luiz Ayres
1.2.1.1.6.5 Maria Ferreira dos Santos,
casada com o Capitão Salvador Rolim Ayres
1.2.1.1.6.6 Maria da Luz Santos,
casada com Balduina Taques
1.2.1.1.6.7 Francisca dos Santos,
casada com Henrique Pupo, tiveram 1 filho
1.2.1.1.6.8 Barbara dos Santos, casada
com Frederico Bahls
1.2.1.1.7 Maria Joaquina Ribas, casada
com o Coronel Paulina Ayres de Aguirre.
1.2.1.1.7.1 Paulino Ayres de Aguirre Filho,
casado com Amelia Alves
1.2.1.1.7.2 Brasilio Ayres de Aguirre,
casada com Julia França
1.2.1.1.8 Clementina Ribas, casada com
Dr. José do Amaral Gurgel, tiveram 4 filhos
1.2.1.1.8.1 José do Amaral Gurgel Filho,
casado com Anna do Pilar
1.2.1.1.8.2 Fabio do Amaral Ribas,
casado com Maria de Almeida
1.2.1.1.8.3. Maria do Amaral, casada
com Dr. José Rolim Ayres
1.2.1.1.8.4 Anna do Amaral Gurgel,
falecida solteira
1.2.1.1.9 Manoela Ribas Taques, casada
com o Capitão José Borges de Almeida Taques, filho do Coronel Balduino
de Almeida Taques e de sua mulher Maria Antonia Borges de Macedo, filha do
Capitão Cyrino Borges de Macedo, tiveram 5 filhos
1.2.1.1.9.1 Anna Maria de Macedo Taques, nasceu
em 26 de julho de 1841 na Fazenda Laranjeira, casou em 23 de fevereiro de 1857
em Tibagi - PR com Carlos Pacheco de Macedo Taques, filho de Antônio
José Pacheco de Assumpção e Anna Luiza de Macedo Taques, tiveram 11 filhos
1.2.1.1.9.2 Capitão Júlio de Macedo Taques,
nascido em 1843. Foi intendente Municipal e Coletor de Rendas de Tibagi, onde
faleceu, solteiro a 4 de junho de 1914.
1.2.1.1.9.3 Adrelina de Macedo Taques,
foi casada com Generoso Pinho Ribeiro
1.2.1.1.9.4 Maria do Nascimento de Macedo
Taques, que casou com Amantino Barbosa de Macedo
1.2.1.1.9.5 Maria Antônia de Macedo Taques
(Nhá Dona), que casou com Elias de Assumpção Taques - seu primo. Tiveram
5 filhos
1.2.1.1.9.5.1 Napoleão (Nho Pavo)
1.2.1.1.9.5.2 Amazonas
1.2.1.1.9.5.3 Maria da Conceição ( Nhá
Cota)
1.2.1.1.9.5.4 Marieta
1.2.1.1.9.5.5 Clementina (Iaiá)
1.2.1.1.9.5.5.1 Edwy Taques Araujo
1.2.1.1.10 Anna Benedita do Sacramento
Ribas, casou com Cândido Xavier de Almeida e Souza
1.2.1.1.10.1 Coronel Sebastião de Camargo
Ribas, casado em primeiras núpcias com Maria de Lacerda e em Segunda
núpcias com Maria de Barros
1.2.1.1.10.2 João de Camargo Ribas,
casado com Maria de Paula
1.2.1.1.10.3 Miguel de Camargo Ribas,
casado com Graciliana Alves
1.2.1.1.10.4 Maria Cândida de Camargo
Ribas, casada com o Coronel José Borges de Almeida Taques
1.2.1.1.10.5 Ignez de Camargo Ribas,
casada em primeiras núpcias com Joaquim José Correia e em Segunda núpcias
com o Capitão Feliciano Ferreira
1.2.1.1.11 Luiza Onistrade do Sacramento
Ribas, casou com o Capitão José Correia
1.2.1.1.11.1 Benedito Correia,
falecido solteiro
1.2.1.1.11.2 José Correia, falecido
solteiro
1.2.1.1.11.3 Joaquim Correia, falecido
solteiro
1.2.1.1.11.4 João Correia, falecido
solteiro
1.2.1.1.11.5 Conceição Correia, casada
com Major Antônio Alves
1.2.1.1.11.6 Maria Correia, casada com
Francisco Martins
1.2.1.1.11.7 Joaquina Correia, casada
com Jeremias Ferreira
1.2.1.1.11.8 Adelina Correia, casada
com José Caetano de Miranda, não tiveram filhos
1.2.1.1.11.9 Damazo Correia Ribas,
casado com Senhorinha Antunes
1.2.1.1.11.10 Affonso Correia Ribas,
casado em primeiras núpcias com Francisca Marques e em Segunda núpcias
com Balbina Marques
1.2.1.1.12 Delphina Ribas. Casada com Manoel
de Pinho Mourão, tiveram 8 filhos
1.2.1.1.12.1 Victor Pinho Ribas,
casado com Lydia de Paula
1.2.1.1.12.2 Torquato de Pinho Ribas,
casado com Maria Taques
1.2.1.1.12.3 Maria da Gloria Ribas,
casada com Francisco de Paula
1.2.1.1.12.4 Felicidade Ribas, casada
com Dr. José Loureiro de Sá Ribas, sem descendentes
1.2.1.1.12.5 Maria da Conceição Ribas,
casada com Mathias Lourenço de Sá Ribas
1.2.1.1.12.6 Jesobina Pinho, casada
com Libero Teixeira, sem filhos
1.2.1.1.12.7 Maria Manoella Ribas,
casada com Pedro Ribas
1.2.1.1.12.8 Anna Pinho, casada com Francisco
Ribas
1.2.1.1.13 Mecias Ribas, desapareceu
em Pitanguy aos 8 anos de idade.
1.2.2 Antonia Maria Rodrigues Ribas,
casada com Manoel José Ferreira
1.2.3 Benedicta Maria Rodrigues,
casada com Francisco Adão
1.2.4 Gertrudes Maria Rodrigues,
casada com Alferes Manoel Alves Gusmão, natural de São Sebastião - SP
1.2.5 Sargento Mor Joaquim Ribeiro Ribas,
falecido a 13 de maio de 1836 em Curitiba - PR, casado com Maria Rita
Ferreira Bueno, falecida em 27 de julho de 1850
1.2.6 José Maria Ribeiro Ribas,
falecido solteiro em 1796 com 30 anos de idade
1.2.7 Maria Clara Ribas, nascida em
1768, casada com Thomé José Monteiro Braga
1.2.8 Gabriel Ribeiro Ribas, solteiro
com 26 anos em 1770
1.2.9 Raphael Ribeiro Ribas, nascido
em 1796
1.2.10 Serafim Ribeiro Ribas, solteiro
com 24 anos em 1796
1.2.11 Clara Maria Rodrigues, casada
com Francisco José de Almeida, falecido a 29 de maio de 1796
1.2.12 Cordula Maria Rodrigues Ribas,
faleceu solteira com 61 anos, a 17 de junho de 1826 em Curitiba - PR com
testamento
1.2.13 Victorina, nascida a 26 de
novembro de 1748 e falecida a 25 de maio de 1768
1.2.14 Maria, falecida aos 19 anos
solteira a 29 de maio de 1769.
1.3 CAPITÃO-MOR DR. LOURENÇO RIBEIRO DE ANDRADE

1.3.1 Francisco de Paula Ribas

Família
Ribas Ramo Paulista
Os
Ribas de São Paulo - o mais antigo grupo no Brasil - tem sua origem, mais precisamente,
no Rio de Janeiro, de onde emigraram para aquela Província. Ao falar das
origens dos Ribas de São Paulo, o escritor e apaixonado pelas histórias da marquesa de Santos, Dr.
Alberto Rangel, assim se expressou sobre as suas origens: “Descendia a
nubenta, por sua progenitora (Escolástica de Toledo Ribas), de um capitão
espanhol, que no século XI fundava a villa de Ribas ao pé de Madrid ..." Os mais antigo membro desta família, cuja descendência emigrou para Rio/São
Paulo, foi o Capitão espanhol Guilherme Ribas, nascido por volta de 1661, na
Espanha. Passou a Portugal, onde deixou descendência. Ente os seus descendentes,
registram-se: I - o neto, Carlos José Ribas,
nascido por volta de 1711, na Freguesia de São Mamede, Patriarcado de Lisboa, Portugal.
Em 1744, o encontramos residindo no Rio de Janeiro, com a patente de Capitão.
Casado em 1736, no Rio de Janeiro, com Gracia Maria da Cruz Ferreira, filha de Ambrósio Ramos
Ferreira (nascido na Freguesia de Santo Ildefonso,
Porto) e de Joana de Faria (nascida no Rio de Janeiro). Neta paterna de João
Ferreira (nascido na Freguesia de Santo Ildefonso,
Porto) ; neta materna de Manuel da
Costa Coelho e de Maria Pinheiro (nascida no Rio de Janeiro); II - o bisneto, José Bonifácio
Ribas, nascido em 1739, no Rio de Janeiro. Batizado a 6 de Junho de 1739.
Tabelião do Judicial, Notas e Órfãos e mais anexos de São Sebastião, por Decreto de 8 de Outubro de
1765 e, mais tarde, Escrivão da Real Fazenda e Junta e da Procuradoria de
Ausentes de São Paulo, por decreto de 2 de Julho de 1768. Teve o Ofício de Escrivão por
três anos a 24 de Maio de 1775. Casado com Ana Maria De Toledo E Oliveira -
irmã de D. Flávia Domitila, Dama da Câmara de S. A. a duquesa de Goiás. Filhas de Pedro Alvares da Paz
(natural de Santos. Capitão das Ordenanças, Escrivão e Tabelião -1756; Escrivão
de Órfãos de Paranaguá - 1746) e de Escolástica de Toledo Oliveira; netas
paternas de José Álvares Noites (natural de Braga; serviu na tropa da Vila de Santos) e
de Catharina Pinto da Rocha; netas maternas de Simão de Toledo Castelhanos
(falecido em 1772, em São Paulo) e de Catharina de Oliveira Horta; III - a
terceira neta, Escholastica
Bonifácia De Toledo Ribas, nascida a 22 de Abril de 1765, em São Sebastião, São
Paulo. Tornou-se a 1.ª viscondessa de Castro, por seu casamento, na Sé de São Paulo,
pelas cinco e meia horas da manhã do dia 18 de Fevereiro de 1784, com João de
Castro Canto e Mello, 1º visconde de Castro, Gentil Homem da
Imperial Câmara.
Deste casal descendem o 2º visconde de Castro (de quem
descende os Castro Canto e Mello e Werna
Bilstein); a Baronesa de Sorocaba (de quem
descende os Simões e Silva e Delfim Pereira); a Marques de Santos (de quem descende as
famílias Pinto Coelho da Cunha, Pinto de Castro, Teixeira de Gouveia, Alcântara
Brasileira, Von Treuberg, Caldeira Brant, Tobias de Aguiar, Aguiar e Castro,
etc.); e as famílias Castro Oliva, Mello Barreto, Oliva Maia, Mello Franco,
Seabra, etc.; IV - o terceiro neto, Miguel Theotonio De Toledo Ribas. Brigadeiro. Nascido
por volta de 1772. Casado, em primeiras núpcias, em 1803, em Camandocaia, São Paulo, com
Maria Victória De Mello, filha do Capitão Baptista
Caetano de Mello e de Maria Escolásthica. Casado, em segundas núpcias, com Genoveva
Carolina de Oliveira Horta - descendente de importantes famílias mineiras e
paulistas. Deixou ilustre geração nos dois casamentos. De sua segunda esposa descendem os Toledo
Ribas, de Três Rios, Estado do Rio de Janeiro - destaques na política e na
administração local. Seu descendente Carlos Augusto de Toledo Ribas foi
o primeiro Escrivão do Cartório de Paz de Bemposta, então chamada de Paróquia da Paz Nossa Senhora
da Conceição de Bemposta, do Município de Paraíba do Sul, Estado do Rio de
Janeiro. Como verdadeiro patriarca do grupo Toledo
Ribas, de Três Rios, podemos considerar o Tenente Arthur de Toledo Ribas, nascido em 18 de
Novembro de 1867, em Três Rios, Estado do Rio de Janeiro, onde faleceu a 20 de
Julho de 1942. Do seu casamento com Elvira da Cunha
Leal, deixou 13 (treze) filhos. Do grupo Toledo Ribas de Três Rios, Estado do
Rio de Janeiro, descendem: os Toledo Ribas, Ribas Florentino, Ribas de
Oliveira, Ribas Valença, Ribas Fernandes, Ribas Chimelli, Francklin Machado (da
casa Frenklin, de Três Rios), Ribas Domingues, Ribas Bilheri, Ribas Ramos,
Quintella Ribas, Serpa Ribas, Ribas Cerqueira, Oliveira Barbosa, Oliveira
Amaral, Castaños Barbosa, Ribas Carvalho, Ribas Ramos, Braga Ribas, Costa
Ribas, Ribas Tinoco, etc. Outros grupos Ribas destacaram-se em São Paulo.
Possivelmente, suas origens estão ligadas às raízes dos Toledo Ribas. Entre
eles, encontramos o registro de Thiago Rodrigues Ribas, que imaginamos ter
nascido por volta de 1776. Se levarmos em conta o apelido duplo Rodrigues
Ribas, deste grupo - o que não é comum em São Paulo - levanta-se uma segunda
hipótese de pertencerem ao grupo Ribas do Rio Grande do Sul ou do Paraná. O
primeiro, conforme vimos, tem origem no Capitão Domingos Rodrigues Ribas. O segundo, conforme
veremos adiante, remonta ao português Miguel Rodrigues Ribas, nascido em 1694.
Não se pode esquecer que o território paranaense, do ponto de vista da sua
história geográfica, fez parte, nos tempos coloniais da Capitania de Santo
Amaro (Lopo de Souza) que se estendia até as terras de Sant’Anna (Laguna). Sua
colonização foi obra dos Paulistas; nos campos da Cananea, descobertos por uma
expedição da Cananea em 1531, foi fundada Curitiba, em 1654. Em 1723, quando
Miguel Rodrigues Ribas já se encontrava estabelecido naquelas paragens, foi
elevado o território à categoria de Comarca (Comarca de Paranaguá). Fazia ainda
parte de São Paulo o território paranaense quando fez-se a Independência do
Brasil. Somente em 1853 foi definitivamente separado da Província de São Paulo.
Do casal Thiago Rodrigues
Ribas e Gertrudes Alvares Duarte, descendem: os Rodrigues Ribas, Duarte Ribas,
Ribas Silva, Oliveira Carvalho, Garcia da Luz, etc. Segundo informações tiradas
do "Nobiliário
Sul-Riograndense", teria vindo de Braga, Portugal, para São Paulo, em
meados do século XVIII, Antônio Gonçalves Ribas. Tendo fixado-se em Santos, São
Paulo, contraiu matrimônio com a santista Ana
Dias Pinheiro. Descende deste casal (informações do referido Nobiliário), os Fernandes
Pinheiro - entre eles, José Feliciano Fernandes Pinheiro, visconde de São Leopoldo.
Outro grupo paulista, cujas origens não foram descobertas, descende de Rodolfo
Ribas, que imaginamos ter nascido em meados do século XIX. Do seu casamento com Maria Amália,
descendem: os Ribas, Góes Ribas e Almeida Ribas. Também de São Paulo,
originou-se o grupo Ribas D’Ávila. O mais antigo indivíduo que encontramos
desta família, chama-se Manuel
Ribas D’Ávila, nascido por volta de 1830. Do seu casamento com Maria da Silva
Aranha, descendem: os Ribas D’Ávila, de Campinas, São Paulo. Da união de
Antônio Joaquim Ribas com sua segunda esposa Rita D'Ávila, em 1823, surgiram os Ribas
D’Ávila. Deste casal, foi filho o citado Manuel
Ribas D’Ávila. Ainda em São Paulo, encontramos passagens de diversos ramos
Ribas, sem dúvida, originários dos grupos acima. Entre eles: Ribas Virmond,
Ribas Taques, Queiroz Ribas, Amaral Ribas, Barbosa Lima Ribas, Saldanha da Gama
Ribas, e Ribas Ayres de Aguirre.
Este ramo tem sua
origem no Brasil com a vinda do Coronel Carlos José Ribas , de Lisboa -
Portugal, filho de Miguel Ribas e de Archangela Maria de Souza, naturaes
de Lisboa, casou-se com Engracia Maria da Cruz Ferreira, do Rio de
Janeiro - RJ, tiveram 8 filhos, segundo casamento com Gracia Maria da Cruz
Ferreira, tiveram 1 filho
1.0 Escolastica
Bonifacia de Toledo Ribas, viscondessa de Castro, natural de São Sebastião - SP,
casou-se com João de Castro Canto e Mello, 1º visconde de Castro,
natural da Ilha Terceira - Portugal, filho de João Batista do Canto e Castro e
de Izabel Riketts, tiveram 7 filhos
1.1 João de
Castro Canto
1.2 José de
Castro Canto e Mello
1.3 Pedro de
Castro Canto e Mello
1.4 Maria
Benedita de Castro Canto e Mello
1.5 Anna
Candida de Castro Canto e Mello
1.6 Domitila de
Castro Canto e Mello - Viscondessa de Santos
1.7 Francisco
de Castro Canto e Mello
2.0 Engracia
Maria de Toledo Ribas, casou-se em 1785 em São Paulo - SP com o Capitão Manoel de
Sant'Anna Lopes, filha do Capitão-mor Manoel Lopes de Sant'Anna e Anna
Josepha Barbosa, tiveram 16 filhos
2.1 Rita de Sant'Anna
Lopes
2.2 Anna
Eufrozina de Sant'Anna Lopes
2.3 Maria do
Nascimento de Sant'Anna Lopes
2.4 Manoel de
Sant'Anna Lopes
2.5 Ignacia de
Sant'Anna Lopes
2.6
Escholastica de Sant'Anna Lopes
2.7 José de
Sant'Anna Lopes
2.8 Antonio
Sant'Anna Lopes
2.9 Bernardo de
Sant'Anna Lopes
2.10 Bernarda
de Sant'Anna Lopes
2.11 Josepha de
Sant'Anna Lopes
2.12 João de
Sant'Anna Lopes
2.13 Rosa de
Sant'Anna Lopes
2.14 Barbara de
Sant'Anna Lopes
2.15 Maria de
Sant'Anna Lopes
2.16 Luiz de
Sant'Anna Lopes
3.0 Maria Luiza
de Toledo Ribas, casou-se
com José Correa dos Santos, sem descendentes
4.0 Francisca
de Toledo Ribas, casou-se
com seu tio Luiz Antonio Ribas (9.0), tiveram 2 filhos
4.1 Luiz
Antonio Ribas
4.2 Theresa de
Jesus de Toledo Ribas
5.0 Marianna de
Toledo Ribas, casou-se
com conselheiro João José Lopes Mendes Ribeiro, tiveram 1 filho
5.1 Luiz
Gabriel Mendes Ribeiro
6.0 Brigadeiro
Miguel Theotonio de Toledo Ribas, primeiro casou-se em 1803 em Camandocaia com Maria
Victoria de Mello, filha do capitão Baptista Caetano de Mello e de Maria
Escolástica, tiveram 3 filhos, segundo casamento com Genoveva Carolina de
Oliveira Horta, tiveram 7 filhos
6.1 Maria
Victoria
6.2 Adelaide
6.3 Quirino
6.4 Ignacia
Josephina
6.5 Amelia
Augusta
6.6 João José
6.7 Miguel
Theotonio
6.8 Francisco
de Assis
6.9 Eleota
Elizia
6.10 Anna
Leopoldina
7.0 Brigadeiro
Manoel Alves de Toledo Ribas, casou-se com Maria de Cassia Pinto de Souza
Carvalho, tiveram 6 filhos
7.1 Maria Rita
Pionto de Toledo Ribas
7.2 Anna Emilia
7.3 Bernardo
Xavier
7.4 Antonio
Augusto
7.5 Mathilde
Leopoldina
8.0 Cadete
Joaquim Carlos de Toledo Ribas, nascido em São Paulo - SP, casou-se em 1806 em
Camandocaia com Theresa Maria de Mello, filha do capitão Baptista
Caetano de Mello e Maria Escholatica do Sacramento, tiveram 4 filhos
8.1 Eulalia
Maria de Toledo Ribas
8.2 Luziano
Carlos de Toledo Ribas
8.3 Ubaldino
Benevenuto de Toledo Ribas
8.4 Estellito
Americano de Toledo Ribas
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Família Ribas Ramo Rio Grande Do Sul
O grande tronco Ribas no sul do Brasil, mais precisamente em Pelotas, inicia-se com Domingos Rodrigues Ribas, mais conhecido como Capitão Domingos Rodrigues, ou Roiz - forma abreviada, para Rodrigues ou Rodrigues. Nascido na Freguesia de Sancta Chriztina de Valzes, no Bispado de Tui, Reino de Galiza, Espanha, por volta de 1758. Filho de Juan Rodrigues e de Maria "Cecília" de Ribas. Segundo a tradição familiar, por ocasião da realização do contrato de casamento da Infanta da Espanha, S.M.R. Dona Carlota Joaquina de Bourbon, com o então Príncipe D. João (depois D. João VI), teria a Família Ribas (tronco do Rio Grande do Sul), acompanhado a Comitiva enviada a Portugal para a celebração de real ato. S.A.R. Dona Carlota Joaquina de Bourbon - fundadora e 1º grã-mestra da ordem das Damas Nobres de Santa Isabel, Rainha de Portugal - nasceu a 25.04.1775, em Aranjuez e faleceu a 07.01.1830, em Queluz. Filha de S.M. Católica Dom Carlos (Carlos IV) Antônio Pascual Francisco Xavier João Nepomuceno José Januário Serafim Diogo de Bourbon, rei d'Espanha (1788), e de S.M. a rainha Maria Luisa Teresa de Bourbon, princesa de Parma, infanta d'Espanha. Casada em Lisboa a 8 de Maio de 1785, com seu primo S. M. Fidelíssima Dom João (D. João VI) José Maria Francisco Xavier de Paula Luiz Antônio Domingos Rafael de Bragança, 27º rei de Portugal e 23º rei dos Algarves, d'aquém e d'além mar em África, senhor da Guiné, e da Conquista, Comércio e Navegação da Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia, etc., etc., rei do reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (1816), imperador titular do Brasil (1825), príncipe regente de Portugal (1792-1816), príncipe do Brasil (1788), 15 º duque de Bragança (1788), etc. Nascido em Lisboa a 13.05.1767, onde faleceu a 10.03.1826. Levando em conta a data da realização do casamento do real casal, 8 de Maio de 1785, consideramos a idade de 27 anos para o Capitão Domingos, quando da sua emigração para Portugal. Os registros de seu casamento permitem-nos conhecer os nomes de seus pais: Juan Rodrigues e Maria "Cecília" de Ribas. Outra tradição familiar do grupo Rio Grandense do Sul informa ser esta matriarca - Maria Cecília - filha do referido marquês de Alfarrás, Don Pedro Ribas Roxados Y Vallgornera. Diante das datas apresentadas nos dados genealógicos acima, acreditamos haver algumas alterações - o que é comum acontecer quando a tradição oral passa de duzentos anos - na história dos Ribas do sul. Uma das alterações estaria na data de nascimento do patriarca dos Ribas do Sul. Tomou-se por base a data de nascimento do Capitão Domingos Rodrigues Ribas, proposta pelo douto genealogista Carlos Grandmasson Rheingantz, que apresentou o ano de 1738, para o provável nascimento daquele. Consideramos haver um erro nesta data. Provavelmente datilográfico. Rheingantz, genealogista de fama, costumava a utilizar em seus trabalhos, quando não obtinha a data de nascimento dos nubentes, uma constante matemática: para os homens, apresentava, na maioria das vezes, 30 anos, no dia do casamento e, para as mulheres, apresentava 20 anos. Quando obtinha a data de um dos contraentes, o outro apresenta uma diferença de 10 anos. Os exemplos podem ser tirados do próprio encadeamento genealógico que apresentou Rheingantz, para a família Ribas: Domingos Rodrigues Ribas Sobrinho, * Rio Grande (11º, 380) bat. 14.4.1830 e fal. casado Pelotas (3.º A, 26) 5.2.1859 com sua prima-irmã Maria Cecília Ribas * Pelotas por volta de 1839 e fal. Pelotas 5.4.1880, filha de Domingos Rodrigues Ribas e de Mariana Alves. Outro Exemplo: Domingos Rodrigues Ribas, * por volta de 1837 e fal. casado Boqueirão (2º, 7) 13.2.1870 com Maria da Conceição Dias, * Pelotas (6º, 3v) 20.12.1847 (bat. 8.1.1848) e fal. sua prima-irmã, filha de Baltazar Jacinto Dias e de Rita Alves. Acreditamos que, tendo encontrado a data precisa de nascimento de D. Luzia Firmina do Pilar, em 1763, Rheingantz tomou esta por base, apresentando uma diferença de apenas 5 anos para o seu marido, o Capitão Ribas. Sendo assim, lhe daria por nascimento 1758 - e não a diferença de 25 anos como se encontra no trabalho. O fato de se ter utilizado apenas 5 anos, e não 10, se daria por estar a noiva casando com uma idade um pouco incomum para aquele tempo: 30 anos de idade. O certo é de que o velho Capitão Ribas veio para o Brasil, pouco tempo depois da realização daquele matrimônio Real, provavelmente a serviço, e estabeleceu-se, inicialmente, na Colônia do Sacramento. Casou em 1793, no Rio Grande (segundo o registro do Livro 2º de matrimônios, fls. 114) com Luzia Firmiana Do Pilar, nascida em 1763, na Colônia do Sacramento e falecida a 5 de Maio de 1835, em Pelotas (segundo o registro do Livro 1º de óbitos, fls. 178) - já viúva. Seu inventário foi aberto a 30 de Outubro de 1844, onde declarava ser viúva e ter três filhos: João, Domingos e Cecília. Na verdade o casal deixou 8 filhos, sendo que cinco deles - Maria, Domingos (I), Luzia, Desideria e Clementina - faleceram antes dos pais. Recentemente, no Suplemento Cultural do Diário da Manhã, de Pelotas (20.03.1994) publicou-se um encarte especial dedicado à história da Família Ribas. Dele extraímos os seguintes trechos sobre o Capitão Ribas: “Aqui chegando, o Capitão Domingos Rodrigues Ribas, homem trabalhador e muito abastado, estabeleceu-se com forte comércio de couros, peles, selins e xaque em grande escala. Com o progresso econômico que contagiou a nossa região, os Ribas aumentaram ainda mais os seus haveres em imóveis e campos "Para que se possa ter uma idéia da imensa fortuna que essa família possuía, basta citar um só exemplo: os 60 mil hectares da Estância do Fragata, onde se encontra inclusive o Areal Ribas. O Capitão Domingos Rodrigues Ribas doou à cidade de Pelotas uma extensa área de sua propriedade, no Bairro do Porto, na qual foi construída uma praça pública que leva o seu nome. Esse homem de grande senso comunitário e sua esposa D. Luzia Firminiana foram elementos de alto relevo na vida social da época. (DM [Diário da Manhã] Cultura, Pelotas, 20.03.1994)”. Ente os descendentes do casal Domingos Rodrigues Ribas e D. Luzia Firmiana do Pilar, registra-se: I - o filho, João Rodrigues Ribas [03.05.1796, Rio Grande, RS - 24.10.1857, Pelotas, RS]. Veador de S.M. Imperial. Comendador da Ordem Imperial da Rosa. Juntamente com seu irmão Domingos e o seu cunhado, o conde de Piratinim (casado com D. Cecília - ver família Vieira Braga), bem como a própria irmã Cecília, foram fundadores do Imperial Asylo de Orphans. Grandes-Benfeitores da Santa Casa de Misericórdia, do Asilo de Mendigos e de inúmeras outras obras de caridade. Do seu casamento, a 08.12. 1827, em Pelotas, RS, com D. Leonídia Angélica Braga [05.12.1807, Rio Grande, RS - 14.10.1895], descendem os seguintes grupos familiares: Rodrigues Ribas, Ribas Viana, Viana Moreira, Ribas Moreira, Alves Ribas, Ribas Fabres, Ribas Madureira, Ribas de Mello Leitão, Carrion Ribas, Ribas de Moraes Âncora, Maciel Ribas, Costa Ribas, etc. Outros grupos familiares do tronco Ribas foram detectados no Rio Grande do Sul. Com quase toda a certeza, serão descendentes do velho e nobre Capitão Domingos Rodrigues Ribas. Infelizmente, a documentação até agora compulsada, não nos permitiu encontrar os elos entre esses grupos. Outro grupo gaúcho, os Oliveira Ribas, do final do século XIX, também deve ter sua origem no Capitão Domingos Rodrigues Ribas. Vicente e Américo de Oliveira Ribas, podem ser considerados os patriarcas deste grupo. Do primeiro, descendem os Oliveira Ribas e os Moreira Ribas; do segundo, os Soares Ribas. Encontramos no Rio Grande do Sul o registro do grupo Fanfa Ribas, cuja descendência - parte dela - teve atuação nos meios jornalísticos do Rio Grande do Sul, mais precisamente, em Bagé. Descendem deste grupo: os Fanfa Ribas, Alves Ribas, Ribas Gondim. Cardoso Ribas, Ribas Amazonas, Russell Ribas, etc. Destacou-se, também, entre os gaúchos, o Desembargador Antônio Antunes Ribas, nascido no Rio Grande do Sul e falecido, em 1904, em Porto Alegre, RS. Bacharel em Direito, pela Academia de São Paulo, em 1866. Representou o Rio Grande do Sul, duas vezes, como Deputado à Assembléia Geral Legislativa, na 17ª (01.04.1880 a 09.10.1880) e 18ª (17.01.1882 a 03.09.1884) legislaturas. Foi casado com Lydia de Moraes Roseira, com quem deixou geração. Por fim, encontramos, ainda, com origem sul riograndense, uma família Ribas Cadaval, cuja origem desconhecemos. Um importante membro deste grupo, chama-se José Ribas Cadaval. Nasceu a 22 de Abril de 1863, no Rio Grande do Sul. Doutor em Medicina. Formado pela Faculdade do Rio de Janeiro, e foi nomeado Oficial do Corpo de Saúde da Armada. Por consentimento do Ministério da Marinha, fez estudos no laboratório bacteriológico do exército. Autor dos seguintes trabalhos: Da alimentação nas primeiras edades - Tese, datada de 1886, apresentada à faculdade de Medicina do Rio de Janeiro; Manuel prático para o enfermo naval (1897); Tratado de technica de bacteriologia - obra manuscrita, com 340 págs. e 126 gravuras; As últimas descobertas da serumtherapia - obra manuscrita, com 220 págs. e 30 gravuras; e Hygiene naval brasileira - 589 págs. e 98 gravuras. Era filho de Luiz Anselmo Cadaval, casado com uma Ribas.
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Família Ribas Ramo Rio de Janeiro
Vimos acima, quando
falamos da Família Ribas, de São Paulo,
que a mesma, nas suas origens, é carioca. Sua origem remonta ao princípio do século XVIII,
com a emigração do português Carlos
José Ribas, nascido por volta de 1711, na Freguesia de São Mamede, Patriarcado de Lisboa, Portugal.
Filho de Miguel Ribeiro
Ribas e neto do capitão espanhol
Guilherme Ribas. O Capitão Carlos José Ribas, emigrado para o Rio de Janeiro,
ali casou, em 1736, com Grácia Maria da Cruz Ferreira. Deixaram quatro filhos:
José Bonifácio (de quem descendem os Toledo Ribas, de São Paulo), Joaquim (I)
Ribas (falecido pequeno), Luiz Antônio Ribas e Joaquim (II) Ribas. Joaquim (II)
Ribas, nasceu a 9 de Julho de 1746, no Rio de Janeiro, onde foi batizado a 18
de Julho. Luiz Antônio Ribas, nasceu no Rio de Janeiro, onde foi batizado a 9
de Setembro de 1744. Foi casado com sua sobrinha Francisca de Toledo Ribas, nascida por volta
de 1769. Tivemos notícia de dois filhos deste casal. Existem possibilidades de
descenderem, tanto destes dois filhos de Luiz Antônio Ribas, como de seu irmão Joaquim (II) Ribas,
grupos Ribas, estabelecidos no Rio de Janeiro. Além destes, foram encontrados
mais quatro grupos cariocas de Ribas. Dois deles vieram diretamente da Espanha
e, os outros dois, possivelmente, descendem destes Ribas citados acima. (que
também originaram os Ribas de São Paulo). São eles: I) Os Silva Ribas -
descendentes de José Antônio da Silva Ribas, de que se desconhece a origem. Nascido por volta
de 1830. Entre seus descendentes estão: os Ribas Ferrer, Ribas Grabowsky, Ribas
Tambasco e Ribas Cortes. II) Os Ribeiro Ribas - o indivíduo mais antigo deste
grupo familiar, que, por ora,
conseguimos apurar, chamava-se Felipe Ribeiro Ribas, nascido em fins do século
XIX. Filho de Cecília Josefina
da Conceição "Ribeiro". III) Os Ribas Bouças - grupo familiar emigrado diretamente
da Espanha para o Rio de Janeiro. Têm por patriarca Francisco Ribas Bouças, nascido na Espanha,
no século XIX. Foi casado com Maria José Hernandez, com quem teve três filhos:
Abraão Fernandes Bouças, Valentim Fernandes Bouças e Vladimir Fernandes Bouças.
Descendem daquele casal: os Bouças, Dau,
Ghirello, Jacques da Silva, Schmidt, etc. IV) Os Ribas Carneiro - grupo familiar que da Espanha
emigrou para Portugal, de onde vieram para o Brasil. Têm origem em Juan Antônio
Ribas, nascido na Espanha que, emigrando para Portugal, lá deixou um filho de nome Eduardo Medina
Ribas. Deste último, e de sua esposa Henriqueta Edolo - emigrados para o Rio de Janeiro -
descendem os Ribas Carneiro do Brasil. O grupo familiar Carneiro pertencia à
Província de Minas Gerais. Ainda no Rio de Janeiro, encontramos notícias de um
Ribas Macedo ou Macedo Ribas. Trata-se de uma citação sobre o Conselheiro do Império, Prof. Antônio
Joaquim Ribas, nascido nas águas da Bahia da Cidade do Rio de Janeiro a 3 de
Maio de 1818, e falecido a 22 de Fevereiro de 1890, em Petrópolis, Rio de
Janeiro. Porque propomos Ribas Macedo ou Macedo Ribas? Pelo fato de termos
descoberto o nome de seu pai: Antônio Joaquim de
Macedo. Sobre a carreira profissional do Dr. Ribas, escreveu Sacramento Blake:
“Fez o curso de Sciências Jurídicas e Sociaes na Academia de São Paulo, onde
recebeu o grau de Bacharel em 1840;
no ano seguinte recebeu o grau de Doutor e foi nomeado lente de história Universal; em
1854, reformando-se a Academia, foi nomeado lente substituto, e regeu como tal
as cadeiras de economia política, direito administrativo, direito público,
direito civil, e direito eclesiástico, até que foi nomeado por Carta Imperial de 2 de Outubro de
1860, Lente Catedrático de Direito Civil pátrio, análise e comparação do
direito romano. Em 1863 os estudantes, que concluiam o curso da faculdade,
mandaram tirar á oleo seu retrato em tamanho natural para ser collocado no
salão dos actos, e lithographar em Paris o mesmo retrato para ser distribuido
pelos amigos do distincto mestre. Foi deputado à Assembléia de S. Paulo em
diversas legislaturas consecutivas desde 1849 até sua vinda para o Rio de
Janeiro, sendo reconhecido como um orador distincto pela correcção da dicção e
pela lógica severa de seus argumentos; desempenhou diversas commissões
importantes, tanto do governo provincial, como de geral, entre ellas a de
membro da comissão revisora do projecto do código civil; é actualmente advogado
no Rio de Janeiro; é commendador da ordem de Christo por seus serviços prestados às lettras..". Autor de
diversos trabalhos que versam sobre política, história, navegação, direito
administrativo, direito civil, poesia, etc., publicados entre 1850 e 1883.
Jubilou-se por Decreto de 23 de Fevereiro
de 1870, e pouco depois mudou-se para o Rio de Janeiro, onde abriu escritório
de advocacia. Comendador da Ordem de Cristo e Sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
Transcrevemos aqui um curioso texto sobre o perfil do Dr. Ribas, feito por um
contemporâneo seu. Na verdade a descrição da personalidade de um Ribas carioca
do século passado: "Alto, claro, olhos e cabellos castanhos, estes
longos e repartidos ao lado; barba nenhuma: teve-a depois e deixa-va-a toda,
mas elegantemente aparada e bem tratada; fronte desenvolvida e pensadora. Olhar
vago, quando meditava; parecia então abstrahir-se, á medida que, ao contrario,
mais se concentrava. Bello adolescente, quando se matriculou no primeiro ano;
bonita figura varonil, um lustro depois. No moral, talento superior, apto para
todos os estudos scientíficos, critério seguro, e, não obstante, imaginação de
poeta." [..] "Ao matricular-se no Curso Juridico, dispunha o
talentoso estudante da inapreciável vantagem de poder construir o seu edifício
scientífico sobre os solidos alicerces de bons estudos preparatórios."
[..] "Estudara bem philosophia e melhor ainda história universal e
literatura. Também aprendera latim e grego, além de várias línguas vivas, como
o francez, o inglez e o allemão. "Todo esse preparo excepcional concorreu
com o seu precioso subsidio para a brilhante carreira que o jovem Ribas ia
encetar e que deveria desde logo ser assignalada por sucessivos
triumphos."
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Família Ribas Ramo Ceará
Encontramos no Ceará o registro de um grupo "Thiago
Ribas", estabelecido, desde 1860, no Município de Granja, Ceará. O
indivíduo mais antigo desta família que encontramos chama-se Felippe Thiago Ribas. Seu filho Thiago Ribas, nasceu em Abril de
1869, na Cidade de Granja, Ceará, e faleceu a 18 de Agosto de 1895, na Colônia
Militar Pedro II, no Pará. Cursou a Escola Militar do Ceará e a do Rio de
Janeiro. Colaborou em vários jornais e revistas do Ceará, Pará e das Escolas
que cursou. Era dado aos estudos lingüísticos
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Família
Ribas Ramo Polônes
Este ramo tem sua
origem com Francisco Ribas, agricultor, 36 anos, originário da Polônia,
consta sua entrada na Hospedaria de Antônina - PR, vindo do Rio de Janeiro
tendo entrado na hospedaria dia 21 e saído dia 23 de junho de 1885, estava
acompanhado da esposa Anna, 27 anos, e dos filhos Leon com 3
anos, Pietro com 1 ano e João com 6 meses.
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Para acessar os descendentes cadastrados click sobre a família que abrirá a respectiva página
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